TEMÁTICA

Este espaço destacará o túmulo de personalidades famosas do meio artístico e histórico- cultural, sem qualquer conotação político-partidária ou religiosa doutrinária.


ARTE TUMULAR

Existe um tipo de arte que poucas pessoas conhecem, a chamada arte tumular. Deixando-se de lado o preconceito e a superstição, encontraremos nos cemitérios, trabalhos esculpidos em granito, mármore e bronze de personalidades famosas. É um verdadeiro acervo escultórico e arquitetônico a céu aberto, guardando os restos mortais de muitas personalidades imortais de nossa história, onde a morte se torna um grande espetáculo da vida neste lugar de maravilhosas obras de arte e de grande valor histórico e cultural brasileiro. Através da representação, a simbologia de saudades, amor, tristeza, nobreza, respeito, inocência, sofrimento, dor, reflexão, arrependimento, dá sentido às vidas passadas. No cemitério, a arte tumular é uma forma de cultura preservada no silencio e que não deverá ser temida, mas sim contempladas.

“MEMENTO, HOMO, QUÍA PULVIS ES ET IN PULVEREM REVERTERIS.

“Lembra-te, ó homem, de que és pó e ao pó has de voltar.”

'REVERTERE AD LOCVM TVVM'

Retornarás de onde vieste

sábado, 21 de abril de 2018

DONA IVONE LARA - Arte Tumular - 452 - Cemitério de Inhaúma, Rio de Janeiro.

Local: Cemitério de Inhaúma, Rio de Janeiro.


Dona Ivone Lara
Dona Ivone se apresenta em São Paulo, 2008, na Virada Cultural
Informação geral
Nome completoYvonne Lara da Costa
Também conhecido(a) comoDona Ivone Lara
A Primeira Dama do Samba
A Rainha do Samba
Nascimento13 de abril de 1922
Local de nascimentoRio de JaneiroRJ
Data de morte16 de abril de 2018 (96 anos)
Local de morteRio de Janeiro, RJ
Gênero(s)samba
CônjugeOscar Costa (1947-1975)
Instrumento(s)vocal
cavaquinho
passista
Período em atividade1946-2018
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
PrémiosOrdem do Mérito Cultural(2016)
PERSONAGEM
Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara (Rio de Janeiro, 13 de abril de 1922– Rio de Janeiro, 16 de abril de 2018), foi uma cantora e compositora brasileira, conhecida como Rainha do Samba de raiz e Grande Dama do Samba.
Morreu aos 96 anos.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Dona Ivone Lara nasceu em 13 de abril de 1922, na rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Foi a primeira filha da união entre a costureira Emerentina Bento da Silva e João da Silva Lara. Paralelamente ao trabalho, ambos tinham intensa vida musical: ele era violonista de sete cordas e desfilava no Bloco dos Africanos; ela era ótima cantora e emprestava sua voz de soprano a ranchos carnavalescos tradicionais do Rio de Janeiro, como o Flor do Abacate e o Ameno Resedá – nos quais seu João também se apresentava.

Formada em enfermagem e serviço social, com especialização em terapia ocupacional, foi uma profissional na área até se aposentar em 1977. Nesta função trabalhou em hospitais psiquiátricos, onde conheceu a dra. Nise da Silveira.

 Com a morte do pai, com menos de três anos de idade, e da mãe aos dezesseis, foi criada pelos tios e com eles aprendeu a tocar cavaquinho e a ouvir samba, ao lado do primo Mestre Fuleiro; teve aulas de canto com Lucília Guimarães e recebeu elogios do marido desta, o maestro Villa-Lobos.

 Casou-se em 4 de dezembro de 1947 com Oscar Costa, filho de Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, com quem teve dois filhos, Alfredo e Odir. Foram casados durante 28 anos, até a morte de Oscar.

Foi no Prazer da Serrinha onde conheceu alguns compositores que viriam a ser seus parceiros em algumas composições, como Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. Compôs o samba Nasci para sofrer, que se tornou o hino da escola. Com a fundação do Império Serrano, em 1947, passou a desfilar na ala das baianas. E também Compôs o samba Não me perguntes, mas a consagração veio em 1965, com Os cinco bailes da história do Rio, quando tornou-se a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores da escola de samba.

 Em 1975, depois de seu filho Odir sofrer um acidente de carro, com o susto seu marido Oscar Costa, teve um enfarte fulminante e faleceu. Apesar de seu marido nunca ter nada contra sua carreira, ele não gostava das rodas de samba.

 Aposentada em 1977, passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paula Toller, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Mariene de Castro, Roberta Sá, Marisa Monte e Dorina. Uma de suas composições mais conhecidas, em parceria com Délcio Carvalho, foi Sonho Meu, sucesso na voz de Maria Bethânia e Gal Costa em 1978, cujo álbum ultrapassou um milhão de cópias vendidas.

Dona Ivone também teve trabalhos como atriz, com participação em filmes, e foi a Tia Nastácia em especiais do programa Sítio do Pica-Pau Amarelo. Em 2008, Dona Ivone interpretou a canção Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço no projeto Samba Social Clube. A faixa foi incluída, no ano seguinte, numa coletânea com as melhores performances do projeto. Em 2008 ela perde seu filho Odir, vítima de complicações decorrentes da diabetes. No ano de 2012, foi homenageada pelo Império Serrano, no grupo de acesso, com o enredo Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba.

Em 2010 foi a homenageada na 21.ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Em dezembro de 2014 foi a homenageada na 19.ª edição do Trem do Samba. Um mês antes, Dona Ivone havia participado do primeiro dia de gravações do Sambabook, em homenagem à sua carreira da gravadora Musickeria. Cantores como Maria Bethânia, Elba Ramalho, Criolo, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Arlindo Cruz, Adriana Calcanhoto e Zélia Duncan fizeram versões de canções de Dona Ivone, enquanto ela própria gravou com Diogo Nogueira uma canção inédita, composta com seu neto, André. Em 2015, entrou para a lista das Dez Grandes Mulheres que Marcaram a História do Rio.

MORTE
Dona Ivone morreu no dia 16 de abril de 2018, em consequência de um quadro de insuficiência cardiorrespiratória após permanecer internada por três dias no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, Rio de Janeiro.

Fonte: pt.wikipedia.org
For5matação: Helio Rubiales

quinta-feira, 19 de abril de 2018

HEITOR CONY - Arte tumular - 451 - Cremado


Seu corpo foi cremado e o ritual da ABL foi dispensado pela família.


Carlos Heitor Cony Academia Brasileira de Letras
Cony (foto ABr)
Nascimento14 de março de 1926
Rio de Janeiro
Morte5 de janeiro de 2018 (91 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidadebrasileiro
OcupaçãoJornalista e escritor
Principais trabalhosQuase Memória
Pessach: A Travessia
PrêmiosPrêmio Machado de Assis1996
PERSONAGEM
Carlos Heitor Cony (Rio de Janeiro, 14 de março de 1926 — Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 2018) foi um jornalista e escritor brasileiro. Era editorialista da Folha de S.Paulo e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 2000.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
Filho do jornalista Ernesto Cony Filho, que considerava "obscuro", e de Julieta Moraes Cony, Carlos Heitor Cony cresceu no bairro de Lins de Vasconcelos, na zona norte do Rio de Janeiro. Foi considerado "mudo" pela família até os quatro anos de idade, quando pronunciou suas primeiras palavras reagindo a um barulho provocado por um hidroavião em Niterói. Por causa desse problema, que seria resolvido apenas quando o escritor tinha 15 anos em uma cirurgia, Cony foi alfabetizado em casa e estudou em um seminário em Rio Comprido até 1945, abandonando-o antes da ordenação como padre.

No ano seguinte, começou a cursar a Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil, mas interrompeu o curso em 1947, e teve sua primeira experiência como jornalista no Jornal do Brasil cobrindo férias de seu pai.

Trabalhou como funcionário público da Câmara Municipal do Rio de Janeiro até 1952, quando se tornou redator da Rádio Jornal do Brasil. Em 1955, começou a trabalhar na sala de imprensa da Prefeitura do Rio de Janeiro como setorista do Jornal do Brasil em substituição ao pai, que sofrera uma isquemia cerebral. No mesmo ano, escreve seu primeiro romance, O Ventre.

Em 1956, inscreve a obra no Prêmio Manuel Antonio de Almeida, organizado pela Prefeitura. O júri do concurso considera o livro "muito bom", mas nega-lhe o prêmio por ser "forte demais". Em nove dias, escreve e inscreve um segundo livro, A Verdade de Cada Um, e ganha o concurso no ano seguinte. Outro livro de Cony, Tijolo de Segurança, ganharia o mesmo prêmio em 1958. Esses três livros iniciais do autor foram lançados em 1958, 1959 e 1960, respectivamente, pela editora Civilização Brasileira.

Em 1960, entrou para o jornal carioca Correio da Manhã na função de copidesque e editorialista.

Entre 1963 e 1965, manteve uma coluna no jornal Folha de S.Paulo, revezando espaço com a poetisa Cecília Meirelles. Inicialmente tendo apoiado o golpe militar de 1964 que tirou João Goulart da presidência da república, Cony foi um dos que se arrependeram de apoiar a queda de Goulart e rapidamente veio a opor-se abertamente ao golpe, sendo preso por seis vezes ao longo do regime militar. Como editorialista do Correio da Manhã, escreveu textos de crítica aos atos da ditadura militar, reunidos em um livro, O Ato e o Fato, lançado ainda em 1964.

Pressionado pelas críticas que fazia, acabou pedindo demissão do jornal. “ Numa das seis prisões durante o regime militar, um coronel me perguntou por que eu escrevia tanta besteira no jornal em que então trabalhava. Dei razão a ele. Até hoje, acho que não fiz outra coisa. ” Após responder oito processos, três inquérito policial militar e ser preso seis vezes por “delito de opinião”, deixou o país em 1967, se auto-exilando em Cuba durante um ano ao ser convidado pelo governo cubano para participar do júri do Prêmio Casa de las americas.

Quando voltou ao Brasil, no ano seguinte, foi chamado pelo empresário Adolpho Bloch para trabalhar nas revistas publicadas pela Bloch Editores. Durante boa parte do período em que esteve na Bloch, entre 1968 e 2000, deixou de lado a literatura, tendo publicado seu último livro ficcional em 1973, Pilatos. Dedicando-se ao jornalismo, trabalhou nas funções de colunista, repórter especial e editor de publicações como Manchete, Desfile, Fatos& Fotos e Ele Ela. Além de trabalhar na mídia impressa, Cony também foi diretor de teledramaturgia da Rede Manchete entre 1985 e 1990, tendo escrito os primeiros capítulos da primeira minissérie da emissora, Marquesa de Santos, o projeto da novela Dona Beija, e a ideia original de Kananga do Japão juntamente com Adolpho Bloch.

Em 1993, Cony foi convidado pelo jornalista Jânio de Freitas para voltar a escrever para a Folha de S.Paulo, assumindo a coluna "Rio" no lugar do escritor Otto Lara Rezende, falecido recentemente. A primeira coluna de Cony na Folha saiu em 14 de março daquele ano, escrevendo no jornal até a morte.

Após 22 anos afastado da literatura de ficção, em 1995, Cony lança o livro Quase Memória, marcando seu retorno à atividade de escritor e romancista. O livro se tornou uma de suas obras mais famosas ao vender mais de 400 mil exemplares, recebendo também o Prêmio Jabuti de 1996 na categoria Livro do Ano - Ficção.

 Cony recebia pensão do governo federal em decorrência de legislação que autoriza pagamento de indenização aos que sofreram danos materiais e morais vitimados pela ditadura militar. O benefício, chamado de prestação mensal permanente continuada, foi aprovado pela Comissão de Anistia em 21 de junho de 2004, correspondendo à época em cerca de 23 mil reais, que equivaleria ao salário que receberia no jornal caso não tivesse sido obrigado a se desligar. O valor mensal foi à época limitado a R$ 19.115,19, o teto do funcionalismo de então.

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
Imortal da Academia Brasileira de Letras , foi eleito para a cadeira 3 cujo patrono é Artur de Oliveira, em 23 de março de 2000, sendo o seu quinto ocupante. Foi recebido em 31 de maio do mesmo ano por Arnaldo Niskier.

MORTE
Em 2013, o escritor sofreu uma queda na Feira do Livro de Frankfurt, gerando um coágulo em seu cérebro. Debilitado pelo acidente e um câncer linfático que o acompanhava desde 2001, Cony morreu em 5 de janeiro de 2018 no Rio de Janeiro devido a problemas no intestino e falência múltipla dos órgãos.
Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação:  Helio Rubiales

terça-feira, 13 de março de 2018

BEBETO DE FREITAS - Arte Tumular - 450 - Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro


será sepultado no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro


PERSONAGEM
Paulo Roberto de Freitas (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1950 — Vespasiano, 13 de Março de 2018), conhecido como Bebeto de Freitas, foi um jogador e treinador de voleibol.
Morreu aos 68 anos.

SINOPSE
Foi sobrinho do jornalista e treinador de futebol João Saldanha e primo por parte de mãe do jogador de futebol Heleno de Freitas. Sendo um gestor desportivo, ele foi presidente do Botafogo de Futebol e Regatas entre 2003 e 2008 e, posteriormente, diretor-executivo do Atlético Mineiro. Umas das figuras-chave na transformação e identidade tática e técnica que o voleibol brasileiro adquiriu a partir do início dos anos 80, quando passou a dirigir a seleção masculina.

SINOPSE BIBLIOGRÁFICA
CARREIRA NO VÓLEI
*Jogador
Bebeto de Freitas foi um dos mais importantes jogadores de vôlei do Botafogo, tendo conquistado onze campeonatos cariocas de vôlei consecutivos (de 1965 até 1975), além de ter defendido a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de 1976 em Montreal

*Treinador
Bebeto foi um dos mais respeitados treinadores de vôlei do mundo todo, tendo dirigido o time da consagrada "geração de prata" do vôlei masculino brasileiro nos Jogos Olímpicos de 1984 em Los Angeles e também nos Jogos Olímpicos de 1988 em Seul.

Após passagem de grande sucesso pelo voleibol italiano dirigindo o Maxicono Parma (1990-1995), onde arrebatou cinco títulos (Campeonato Italiano 1991-1992 e 1992-1993, Copa Itália 1991-1992 e Copa CEV 1991-1992 e 1994-1995), Bebeto foi convidado a treinar a seleção italiana, de 1997 a 1998, sendo campeão da Liga Mundial de Voleibol em 1997, em Moscou e campeão mundial em 1998, na final com a Iugoslávia em Tóquio, Japão (Itália 3 sets a 0). Além disso, foi treinador da equipe de voleibol da Escola Naval no período de 1981 a 1984.

CARREIRA COMO GESTOR
*Início no Atlético Mineiro
Bebeto de Freitas teve duas passagens como manager do Clube Atlético Mineiro em 1999 e 2001. Trabalhou durante a gestão do então presidente Nélio Brant em parceria com o presidente do Conselho Deliberativo e diretor de futebol Alexandre Kalil. Durante estas duas passagens, o clube obteve resultados expressivos. Foi Campeão Mineiro e Vice-Campeão brasileiro em 1999 e chegou ao 4º lugar no Brasileiro de 2001.

*Botafogo
 A fase no Atlético fez despertar o interesse em dirigir o Botafogo, seu clube de coração. No início de 2002, chegou a assumir um cargo como diretor do clube carioca, mas em poucos meses pediu afastamento pois, por ser funcionário, não poderia se candidatar ao cargo de presidente ao final daquele ano e também por discordar da gestão do então presidente Mauro Ney Palmeiro.

 Eleito para um mandato não-remunerado inicial de três anos, entre 2003 e 2005, Bebeto de Freitas iniciou um processo de reestruturação do clube. Sua direção teve como marco importante, que foi a volta do time de futebol à primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Re-eleito até 2008, conquistou os títulos de futebol profissional da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca de 2006 e da Taça Rio, de 2007 e 2008. Além disso, venceu também títulos em diversas categorias amadoras, tais como pólo aquático, basquete, vôlei e natação.

 Bebeto de Freitas foi um dos homens de frente na luta da aprovação da Timemania, que poderia solucionar parte das dívidas do clube. Além disso, em sua gestão, o clube - a partir da empresa criada por ele, a Cia. Botafogo - conquistou a concessão do Estádio Olímpico João Havelange, em 2007. 

Após a final da Taça Guanabara de 2008, revoltado com a arbitragem, chegou a pedir licenciamento do cargo de presidente, dizendo que "não aguentara mais as coisas que acontecem no futebol". No entanto, como sua renúncia foi somente verbal, dias depois, Bebeto voltou atrás em sua decisão e permaneceu à frente do clube até dezembro daquele ano, quando seu mandato se encerrava, sem possibilidades de re-eleição.

*Diretor-executivo do Atlético
Em 2009, a convite de Alexandre Kalil, que desta vez assumira o cargo de presidente do Galo, Bebeto de Freitas assumiu o cargo de diretor-executivo remunerado do clube.

*Secretário Municipal em Belo Horizonte
Em 2016, após a eleição de Alexandre Kalil para prefeito de Belo Horizonte, Bebeto foi indicado para o cargo de Secretário Municipal de Esportes e Lazer. No comando da pasta, criou o programa "A Savassi é da gente", com eventos fechando a praça Diogo de Vasconcelos aos carros e abrindo para atividades esportivas, de lazer e convivência aos domingos. Comandou a pasta de 1 de janeiro de 2017 a 6 de janeiro de 2018.

*Volta ao Atlético
No início de 2018, Bebeto assumiu, a convite do presidente Sérgio Sette Câmara, o recém criado cargo de Diretor de Administração e Controle do Clube Atlético Mineiro.

MORTE
Bebeto de Freitas faleceu aos 68 anos, em 13 de março de 2018, durante uma cerimônia de apresentação nas dependências da Cidade do Galo, do Atlético Mineiro, em Vespasiano - MG. Ele teve uma parada cardíaca e não resistiu.

Fonte: pt.wikipedia.org
Formatação: Helio RubialesARTE tUMULAR - 450 - iNDETERMINADO